Em 1989, o design era sobre a permanência da tinta. Em 2026, é sobre a fluidez do gesto. Entre o papel e o smartphone, meu trabalho é resgatar o rigor da tipografia clássica e adaptá-lo ao fluxo constante do digital.
Não entrego apenas interfaces; desenho experiências de leitura. Para quem busca um design que respira, que respeita o silêncio e que entende que a tecnologia é um suporte para a sensibilidade humana.